Não sei nem quero saber
Talvez essa possa ser uma boa resposta para fofoqueiros, mas não para quem adverte sobre perigo. Senão vejamos.
É comum alguém dizer, “Você sabia que…?”. E quando o interlocutor percebe que se trata de fofoca diga “não sei nem quero saber”.
Há pessoas pouco ou nada receptivas a ouvir a outros. Se acham ou se julgam entendidas, e são desconfiadas de conceitos diferentes ou mesmo divergentes daqueles que os tais postulam ou conhecem.
Os tais têm dificuldade para se ajustar a certas circunstâncias que requeiram adaptação com mudança de proceder.
Assim, os tais mostram resistência aos conceitos que parecem-lhe novos e estranhos.
Com isso, não crescem no conhecimento, e acabam por se embrutecer, se tornando avessos ao novo.
E os tais têm explicações para não aceitar as mudanças aos modos que lhe são propostos. Às vezes isso é uma maneira de se preservar de ter que lidar com novas ocupações ou situações que lhe pareçam desconfortáveis ou chatas, como cozinhar ou cuidar de afazeres domésticos ou de criança.
Nesta vida, os mais resilientes se tornam mais aptos para passar por ela com menos traumas e angústia.
Portanto, se faz necessário adaptação e esforço para se ajustar às circunstâncias e ao novo. Isso é benéfico e salutar.
Guarulhos-Sp, 10/01/2026
Oli Prestes
Missionário
oliprest
Enviado por oliprest em 10/01/2026