Textos

Lixo não reciclável
O desenvolvimento do conhecimento e da ciência permite que o ser humano possa reaproveitar muito do que foi usado por ele. Também que consiga processar descartes, para a produção de energia, fertilizantes, ração animal, etc. E com relação às religiões, que proveito é possível obter de tudo que tem sido produzido por elas? Vejamos!

Os achados arqueológicos têm permitido aos pesquisadores arqueologistas vislumbrar algumas práticas de povos tidos como grandes na sua existência.

E a totalidade deles praticavam algum modo de religião e práticas reprováveis e cruentas, inclusive com a oferenda de crianças aos seus deuses.

O apóstolo Paulo teve contato com um povo muito religioso, cujo tinha uma divindade por nome Diana, a quem prestava culto. Com a pregação de Paulo, houve uma revolução na compreensão sobre a quem é devido adoração, o que resultou na eliminação de inumeráveis livros que haviam sido escritos sobre a tal religiosidade.

Se Deus passasse em escrutínio o que tem sido produzido pela totalidade das religiões, certamente que seria difícil que esses escritos escapassem.

Paulo disse que ele considerou como escória aquilo que ele havia obtido do judaísmo. E a escória que tem sido produzida por esse seguimento religioso, bem como pelo segmento religioso tido como cristão, poderia formar uma montanha.

É tanta bobagem, unindo nada com coisa nenhuma; tanta promessa de crescimento espiritual das crianças (imaturos) com coisas tóxicas; tanto lixo, que nem para adubo serve, a não ser para envenenar, prender e segregar, que não dá para imaginar. E tudo isso produzido por homens que se dizem sábios e escolhidos para conduzir a outros para o reino eterno. Lamentavelmente é assim.

Portanto, como disse Jesus, acautelai-vos, porque muitos virão no meu nome. Conheça a única Verdade que liberta, A Palavra de Deus, a Sua lei, o decálogo, os Dez Mandamentos. Ex. 20:2-17.

Manaus-Am, 04/04/2026

Oli Prestes
Missionário
oliprest
Enviado por oliprest em 04/04/2026


Comentários


Imagem de cabeçalho: raneko/flickr