Nas alturas, rumo às arábias
Hoje é 16 de junho de 2026. Faz um mês e quatro dias que eu fiz setenta e seis anos. Estou voando para Doha no Qatar, para levar a palavra de Deus. Vou acompanhado do meu discípulo de quase duas décadas, David Laredo, o qual veio de Manaus para São Paulo, a fim de fazermos essa viagem, que tem como destino a província de Quelemane - Zambézia - Moçambique, no continente africano.
Lá, nós temos um pequeno grupo de irmãos, que tem aceitado a doutrina que Deus me deu para anunciar, e que eu venho divulgando ao longo de três décadas. Desde o tempo em que ocorreu a pandemia do COVID-19, que nós temos desejado fazer essa viagem, mas que não foi possível por alguns motivos. Mas, como Deus tem tempo para tudo, esse foi o tempo que Ele nos deu para fazer o que nós estamos fazendo.
O meu desejo é que nós possamos fazer ainda mais e ir a outros campos em missões. Como disse Jesus, grande é a seara, mas poucos são os ceifeiros. Muitos só vão se tiverem toda infraestrutura de apoio, diferentemente dos discípulos de Jesus, que receberam orientação Dele para não levar bolsa nem duas capas, mas que se hospedassem na casa de quem fosse digno e comessem daquilo que lhes fossem colocado diante.
Essa não é a primeira viagem missionária que nós fazemos, mas eu a vejo como uma missão com mais alcance. Pois mais pessoas estão na espectativa de receberem ensinos e orientações para uma vida com propósito.
A mensagem que esperamos transmitir é que nós temos que fazer a diferença, já que nós somos como os crentes primitivos, que mesmo fugindo de Jerusalém, por ocasião da perseguição que se levantou contra os irmãos naquela ocasião, foram pregando o evangelho.
Oxalá Deus nos conceda cumprir o ministério para o qual nós temos sido escolhidos, e façamos a obra para a qual Deus nos têm capacitado.
Peço aos irmãos que nos apoiam e que têm acompanhado o nosso trabalho, que intercedam em nosso benefício, para que tenhamos ousadia no falar, bem como capacidade para tratar com todas as situações que tenhamos que enfrentar, as quais, não raro, são conflitantes e sensíveis.
Grato a todos que não esqueceram que “digno é o trabalhador do seu salário”. Essa obra não seria possível se mãos não fossem estendidas para a sua consecução. Certamente a recompensa tem sido fato, pois Deus não dorme, e recompensa a cada um segundo as suas obras. E essa recompensa não se traduz apenas em manutenção do básico no cotidiano, mas em outras formas, como: saúde, proteção e toda sorte de bênçãos nas regiões celestiais.
Meu sincero desejo de crescimento espiritual a todos, a fim de que todos possam chegar a estatura de Cristo. Minha saudação cristã na paz do príncipe da paz.
Céus do Oceano Atlântico Sul, entre o Brasil e Doha no Qatar, no Golfo Pérsico, a bordo da aeronave A350-1000 da Qatar Airways, 16/06/2026.
Oli Prestes
Missionário
oliprest
Enviado por oliprest em 20/06/2026