Como você julga que deva ser um amigo?
O ser humano é imprevisível, ainda que a ciência psicológica busque estabelecer padrões de previsibilidade no seu comportamento pregresso. Até que ponto nós podemos confiar no humano?
Quando o ser humano está em situação de vulnerabilidade, é comum que ele pareça melhor do que ele realmente é. Afinal, quem está em condição de inferioridade não dá ordens, mas até precisa cumprir, a fim de que alcance graça diante dos olhos de quem está em posição superior.
É comum que pessoas que foram ajudadas por outras, depois de servidas e galgue melhor posição, esqueça de quem o ajudou, mesmo que esse venha a precisar de apoio depois. E isso acontece em todas as esferas.
Quem fizer algo por alguém na esperança de ser recompensado por ele, certamente se frustrará. Não foi sem razão que o Mestre disse que devemos emprestar sem esperar receber de volta. Também disse que “maldito o homem que confia em outro”.
A ingratidão faz parte da natureza humana. Quando alguém está sendo ajudado, ele se mostra solícito, atencioso, obsequioso, etc. Mas, basta ter a sua condição melhorada, julga que foi dever do outro fazer o que fez por ele.
Por isso disse Deus: “Não creiais no amigo, nem confieis no vosso guia; daquela que repousa no teu seio, guarda as portas da tua boca.” Miquéias 7:5.
E isso foi registrado a milhares de anos. E certamente que é verdadeiro, já que de origem do criador do humano, o qual o conhece intimamente.
Portanto, meu amigo, meu umbigo, porque, eu morrendo, ele morrerá comigo.
Guarulhos-Sp, 28/08/2026
Oli Prestes
Missionário
oliprest
Enviado por oliprest em 29/08/2026