Uma opção equivocada
Acaso o povo de Deus sabe optar pelo que é correto se não estiver em profunda união com Ele? Vejamos.
Apesar de Jesus ser Deus e homem perfeito, o povo de Israel optou por Barrabás e por César, dando o seu aval para que o Messias fosse morto da pior maneira imaginável: a crucificação, destinada aos malfeitores no Império Romano. Essa trágica escolha não foi uma mera reação popular espontânea; ela contou com a liderança e a anuência dos principais sacerdotes — aqueles que deveriam ser os legítimos representantes de Deus na Terra. Foram eles que instigaram o populacho ao clamor de “crucifica-o!”.
E por que isso aconteceu? A razão não é outra senão o fato de o povo, que fora chamado para ser santo, ter se desviado daquilo que deveria ser o princípio fundamental: a obediência aos mandamentos de Deus, o Decálogo. Afinal, a Lei, como Palavra viva do Altíssimo, é a verdadeira luz espiritual, conforme nos ensina o salmista: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho” (Salmos 119:105).
Nos dias de hoje, a dinâmica não é diferente. Muitos daqueles que se consideram povo de Deus poderão cometer uma escolha igualmente equivocada se não caminharem sob a luz divina de Seus mandamentos. Sem a Lei, além de o homem não enxergar com clareza, ele se torna vulnerável a ser induzido pelo príncipe deste mundo a fazer a vontade das trevas.
Alguns indivíduos poderão tomar caminhos errados visando apenas aos seus próprios interesses imediatos. A cegueira espiritual os impede de enxergar a relação direta de causa e efeito que está ocorrendo de forma clara na sociedade em que estão inseridos.
O maior perigo reside aí: muitos certamente tomarão decisões completamente equivocadas, mas convictos de que estarão agindo segundo a vontade daquele a quem confessam como seu Senhor e Deus.
Oli Prestes
Missionário
oliprest
Enviado por oliprest em 24/10/2026